Lagarta Lanuda

quinta-feira, março 30, 2006

Em semana de soprar velinhas, há que fazer uma visita ao moinho.
Parabéns, Reboliço :)

terça-feira, março 28, 2006



A Lagarta recebeu tantos mimos dos seus leitores queridos que até está envergonhada.
Agora o que escrever, para não os desiludir?

quinta-feira, março 23, 2006

Afinal são um montão. Os meus leitores..

Conta quem sabe que a lagarta faz hoje, precisamente hoje, um aninho. Jáaaa?
Um ano! Parece incrível! Como estamos velhinhas, Lagarta! Se usar outro ponto de exclamação paro de escrever.
Num ano aconteceu muita coisa. A Lagarta foi a Marrocos e à Polónia, escreveu sobre George Clooney-realizador, sobre Bogdanovich, viu Belle ao vivo num pub escocês minúsculo, fans-only, voltou a Sevilla outra e outra vez, ganhou uma piscadela de olho da Sónia, perdeu o juízo e o ordenado fixo e foi para os Estados Unidos, amou (y todavía más) ao som de Chambao, viveu uns tempitos em Barcelona, só porque sim, leu todo o Philip Roth e, por fim, a descansar na relva, comeu os primeiros damascos da árvore que ajudou a plantar.

Oooops, pequeno equívoco sem importância. A Lagarta trocou os textos e publicou já o de um aniversário futuro. Para saber o que afinal andou a fazer nos últimos 365 dias, basta.. olha, basta consultar os posts velhinhos..

Um grande obrigada aos 12 ou 13 leitores maravilhosos pacientes encantadores, sem os quais a Lagarta não seria – a Pp, ao Reboliço, ao rf, ao meu lil bro, à Laura, ao Numbering Days, ao LG, ao Ricardo, e ao Ricardo, ao Miguel, que dantes escrevia aqui, à Tats, à Maria Sombrinha, ao João Pedro, ao Jonas, à Sam, aos Guapos, a todos os anonymous cujo anonimato acabei de quebrar. Este prémio da academia não seria possível sem o contributo de todos vós e, meu deus, não contenho as lágrimas, este óscar é para vós! Discurso errado outra vez.. Ponto de exclamação outra vez..
That’s it. The end.
!

segunda-feira, março 20, 2006

Quase quase um ano, Lagarta!


Há amigos da Lagarta que a reclamam e perguntam por ela. Se terá viajado, se se terá esquecido deles. Preocupada com o bem-estar dos seus 12 ou 13 leitores, que estão há tantos dias (12!) sem notícias do casulo, pedi-lhe que voltasse. E trouxesse uma foto do mar tão azul e do calor, de que tanto gosta, para oferecer a quem, tão longe, sente a sua falta.
Não tem tido tempo, diz-me a Lagarta. Tem muito que fazer. Desculpas, que eu bem a vejo torcer o nariz quando pensa em sentar-se frente ao computador. Está cansada, e eu sei que sim. Por isso faço-lhe um chá (branco, hon?), ajeito as almofadas do sofá e ofereço-me para lhe ler um conto.
Agora que o chá aquece as nossas mãos e escolhemos re-re-ler o «Catedral» - em inglês aqui em casa, a versão portuguesa está em espanha - aproveito para lhe perguntar porque está tão cabisbaixa. Parece-me que não tem razão. Afinal, está quase a fazer um aninho, já é quase uma senhora lagarta.
É que..
Sim?
É que ..
Diz, querida, diz lá, eu não conto a ninguém. Prometo.
É que..

Então falou comigo e depois adormeceu sobre as minhas pernas.
Afinal ainda é uma lagartinha, a Lagarta.

quarta-feira, março 08, 2006

Que diabo, como é que ela consegue esta boa disposição toda? Trifene?